“Me ame, mesmo se a chuva não passar. Me ame, mesmo se o sol não chegar. Me ame, mesmo se a dor não passar. Me ame, mesmo se eu ficar doente. Me ame apesar de tudo, apenas me ame.”
“Tu não indagues qual o fim que a mim e a ti os deuses
tenham dado, Leuconoé, nem recorras aos números babilônicos. Tão
melhor é suportar o que será! Quer Júpiter te haja concedido muitos
invernos, quer seja o último o que agora debilita o mar Tirreno nas
rochas contrapostas, que sejas sábia, coes os vinhos e, no espaço
breve, cortes a longa esperança. Enquanto estamos falando, terá
fugido o tempo invejoso; aproveite o momento, quanto menos confiada no de
amanhã.”